As contas de 2023 mostram como foi insuficiente o investimento dos Novos Tempos nas áreas críticas para a cidade

As contas de 2023 mostram como foi insuficiente o investimento dos Novos Tempos nas áreas críticas para a cidade.

Já achávamos que as verbas eram curtas para as necessidades no orçamento e plano de atividades, mas a execução no final do ano ainda ficou aquém. E todos sentimos isso. A sub-execução atingiu as matérias mais prementes como a habitação, saúde, programas sociais de apoio (às pessoas em condição de sem abrigo e outros grupos vulneráveis), educação (atraso na remoção do amianto nas escolas e obras), na construção de creches.

O aumento de receitas de impostos e taxas e as outras fontes de financiamento disponíveis ao executivo de Carlos Moedas não corresponderam a melhorias nas condições de vida e nas carências mais sentidas em Lisboa. Focaram o ano na realização das Jornadas Mundiais da Juventude — também patente nas contas das empresas municipais — e as questões estruturantes ficaram secundarizadas.

Votámos contra.